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Aniversariantes do Mês

11Gabriela Teixeira de França
20Luis Henrique Jacauna de Souza


DE ROSE ASSUME PROVISORIAMENTE DIRETORIA MÉDICA DA CBDA

Autor: Leonardo Delgado
E-mail: aquabarra@sapo.pt
Enviado em: 13 de novembro de 2007


Com a saída de Renata Castro do cargo, o médico Eduardo de Rose assumiu, provisoriamente, a diretoria médica da CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos).

Renata pediu afastamento na última quinta-feira, dia em que a CBDA divulgou nota informando que dois dos quatro testes antidoping de Rebeca Gusmão apresentavam manipulação da urina colhida. Foram constatados dois DNAs diferentes, o que comprova mais de uma amostra de urina no mesmo frasco de exame.

De Rose foi o manda-chuva do antidoping no Pan do Rio. Na segunda-feira, ele negou que tenha havido falhas no procedimento dos testes na competição.

"Não houve erro. A dispensa da escolta pode ocorrer, é uma praxe em algumas questões de logística", disse o médico.

No domingo, Adriana Salazar _que trabalhou como voluntária no Pan-07 e era a responsável por acompanhar Rebeca até a sala do antidoping_ afirmou à TV Globo que tinha sido impedida de entrar no recinto. Segundo ela, sob a justificativa de que havia muitos atletas e dois escoltas na sala.

De Rose ainda explicou que não é ilegal divulgar um caso positivo de doping antes da análise da amostra B. Toda vez que algum atleta é submetido a um exame, são colhidos dois frascos (A e B) da mesma urina.



VETERANA, FABÍOLA MOLINA FATURA PRATA EM ESTOCOLMO

Autor: Leonardo Delgado
E-mail: aquabarra@sapo.pt
Enviado em: 13 de Novembro de 2007


Aos 32 anos, Fabíola Molina quase conseguiu nesta terça-feira a medalha de ouro dos 50 m costas na etapa de Estocolmo da Copa do Mundo de natação em piscina curta. Após dominar boa parte da rápida prova, a brasileira foi ultrapassada pela alemã Daniela Samulski e ficou com o segundo lugar.
Qualificada com o melhor tempo da prova, Fabíola ainda abaixou seu tempo, mas concluiu o percurso com 27s56. Samulski foi mais rápida e registrou 27s52. A medalha de bronze ficou com a australiana Karina Leane com o tempo de 28s14.

Na quarta-feira, Fabíola volta a cair na piscina de Estocolmo, dessa vez na prova dos 100 m costas.

Ainda nesta terça, outro brasileiro garantiu dois ouros para o país. Thiago Pereira foi o melhor dos 100 m e dos 400 m medley.




THIAGO PEREIRA LEVA 2º OURO E GARANTE 100% NA SUÉCIA

Autor: Leonardo Delgado
E-mail: aquabarra@sapo.pt
Enviado em: 13 de novembro de 2007


Depois de levar o ouro na prova dos 400 m medley, Thiago Pereira repetiu a dose nos 100 m medley e garantiu a terceira medalha brasileira da etapa de Estocolmo (Suécia) da Copa do Mundo de natação em piscina curta. Além dos dois ouros do nadador, o país ainda conseguiu uma prata com Fabíola Molina nos 50 m costas.

Ao contrário dos 400 m, quando assumiu a liderança rapidamente, Pereira só tomou a dianteira nos 100 m após a segunda batida, superando o sul-africano Gerhard Zandberg, que havia feito o melhor tempo das eliminatórias. Com 52s92, o brasileiro bateu em primeiro lugar, seguido pelo sul-africano (53s13) e pelo francês Antoine Galavtine (53s76), o segundo melhor no qualificatório.

Outro brasileiro que participou das eliminatórias dos 100 m medley foi Diogo Yabe, mas ele terminou na 10ª colocação e não chegou à final.

Com o resultado, Pereira deixa Estocolomo com 100% de aproveitamento, já que levou o ouro nas duas provas que disputou. Suas conquistas levaram o Brasil a três primeiros lugares na temporada 2007 da Copa do Mundo, somando-se ao ouro de Gabriel Mangabeira nos 100 borboleta em Durban (África do Sul).

Embora Thiago Pereira tenha encerrado sua participação, outros brasileiros voltam à piscina de Estocolmo nesta quarta-feira. Fabíola Molina disputará os 100 m costas, Diogo Yabe estará nos 200 m medley, Henrique Barbosa participará dos 100 m peito e Frederico Castro nadará os 100 m borboleta. Entre as provas femininas de peito, Tatiane Sakemi estará nos 50 m e nos 200 m, essa última ao lado de Carolina Mussi.



O CASO REBECA GUSMÃO

Autor: Leonardo Delgado
E-mail: aquabarra@sapo.pt
Enviado em: 09 de novembro de 2007


Com relação ao potencial de força física entre homens e mulheres. Elas são na média 30% menos forte. Se comparada só a parte superior do corpo, essa diferença é maior chegando, a 55,8% da força dos homens. Mas a parte inferior, essa diferença é menor e na média das pesquisas e de autores consagrados ela chega a 78%. O grupo muscular com percentual mais próximo é o quadríceps, 81%. Segundo Osmar de Oliveira, uma das autoridades brasileiras na Medicina do Esporte, enquanto o peso dos músculos do homem atingem 40% do peso total do corpo, o da mulher chega a 33%. Esses dados ratificam, que em condições normais (sem drogas), mesmo a mulher treinando pesado não fica masculinizada como acreditam ou pregam os "do contra".

A diferença hormonal é a justificativa mais evidente. Sabe-se que o desenvolvimento da força física está associado, no caso, ao hormônio masculino testosterona com características anabólicas e androgênicas. A mulher também produz testosterona, se não ela nem ficaria de pé. A produção desse hormônio no homem chega a 10 mg diária e na mulher não passa de 0,1 mg. O teste de feminilidade no controle antidoping adotado pelo COI (Comitê Olímpico Internacional), a partir de 1968 se baseia nisso.

Na Síndrome de Ovários Policísticos, os parâmetro que mais se correlacionam são: a combinação de ciclos anovulatórios e hiperandrogenismo é o nível de testosterona no sangue circulante, todos sabemos que a musculação pode aumentar os níveis de testosterona até um certo patamar depois, claro, o homem continua a ganhar massa muscular magra enquanto a mulher tende a ficar estabilizada.

O caso de doping de Rebeca Gusmão, 23, deu nova guinada ontem, complicando ainda mais a situação da brasileira, dona de quatro medalhas no Pan do Rio, em julho, e respingando nos controles realizados durante os Jogos continentais.

Segundo nota oficial da CBDA (Confederação Brasileira de Desportes Aquáticos), exame de DNA das amostras de urina da nadadora mostrou que houve mais de um doador.

Na prática, ou houve fraude da atleta, ou falha no trabalho de coleta ou do laboratório. Hipóteses que arrasam a imagem de "Jogos mais limpos da história" propalada pela Odepa (Organização Desportiva Pan-Americana) ao fim do evento.

Caso seja condenada, Rebeca será banida do esporte. A nadadora também pode perder as quatro medalhas (dois ouros, uma prata e um bronze) conquistadas no Pan, além de ter seus resultados anulados.

Assista o Vídeo de Hoje sobre o caso


Rebeca Gusmão Fraudar os Exames
Colocado por gagaufera2




NOVA EQUIPAGEM DA AQUABARRA

Autor: Leonardo Delgado
E-mail: aquabarra@sapo.pt
Enviado em: 21 de junho de 2009



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