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Aniversariantes do Mês

09Lavinha da Paz Menezes de Oliveira
09Mariana Mota da Silva dos Santos
15Mayana Sofia M. Rodrigues
17Maria Eduarda Paz Rodrigues
21Mayra Macdo dos Santos Maciel
23Luis Guilherme de Morais Costa
27Guilherme Jac Morais Bezerra


A AQUABARRA TEM O MELHOR NADADOR DE BORBOLETA E COSTAS MIRIM 2 DO MARANHO

Autor: Leonardo Delgado
E-mail: aquabarra@sapo.pt
Enviado em: 27 de dezembro de 2007

O atleta Ilsimar Costa Junior, no último Campeonato Maranhense de Verão, foi o melhor atleta Mirim II, e também o que teve melhor índice técnico em sua categoria, mesmo participando de apenas duas provas ele conseguiu a façanha.


Junior nos 50m Borboleta
Colocado por gagaufera2

Para que conhecer o atleta, apelidado de Junior Phelps, isso é moleza, sempre calado mais sempre muito confiante, não se intimida facilmente, mas é na água que ele mostra a sua força, no ano quem vem ele irá participar de um número bem maior de provas, e quem saber ser o mesmo atleta do Maranhão.




DOPING MANCHA ANO GLORIOSO DE VRIOS CAMPEES

Autor: Leonardo Delgado
E-mail: aquabarra@sapo.pt
Enviado em: 25 de dezembro de 2007

Rebeca Gusmão, Floyd Landis e Martina Hingis foram personagens de 3 entre tantos escândalos.

Em 14 edições dos Jogos Pan-Americanos, o Brasil jamais havia conquistado uma medalha de ouro na natação feminina. Na 15ª, realizada em julho deste ano no Rio de Janeiro, o tabu foi superado graças a Rebeca Gusmão, que entrou para a história ao vencer as provas de 100m e 200m livre. Entretanto, o feito não demoraria muito tempo para ser derrubado.

Logo após aparecer como um dos grandes nomes do evento, mais precisamente no dia 11 de setembro, a nadadora tomou conta do noticiário com uma acusação de doping. No dia, o jornal “O Globo” anunciou que ela estava sendo investigada pela Fina (Federação Internacional de Natação) por um exame coletado em 2006 ter indicado níveis anormais de testosterona, tanto na prova como na contraprova.

O caso levantou ainda mais suspeita por causa de um acontecimento no Troféu José Finkel, em 5 de setembro, quando Rebeca venceu os 50m da prova, mas teve um mal súbito logo após sair da piscina, indo ao chão e tendo espasmos.

E o que era apenas uma suspeita se concretizou meses depois como uma acusação formal de doping, quando a Fina confirmaria que um teste realizado em 13 de julho de 2007 (data da abertura do Pan) indicava a presença de testosterona.

Mais tarde, um teste de DNA apontou a presença de dois doadores diferentes de urina para exames.

Acusada de fraude e com tantas evidências contra ela, Rebeca acabou tendo as suas medalhas cassadas.

Mas o caso de Rebeca foi apenas um entre muitos outros que abalaram a reputação do esporte em 2007.

Outro brasileiro flagrado no antidoping por testosterona foi Fabrício Mafra. Medalhista de bronze na categoria até 105 kg no Pan, ele acabou suspenso preventivamente e corre o risco de ter de devolver suas medalhas.

E a testosterona em excesso também ajudou a contabilizar, em 2007, mais um escândalo ao já tão inescrupuloso mundo do ciclismo.

O norte-americano Floyd Landis, campeão da Volta da França-2006 e positivo para testosterona na competição, foi considerado culpado e suspenso por dois anos.

Já o ciclista brasileiro Magno Nazaret, campeão da Volta do Estado de São Paulo em abril, teve o título cassado por uso de sibutramina (medicamento usado para emagrecer) e ficou fora do Pan.

Hingis e a cocaína
Ícone do tênis, Martina Hingis também deixou o esporte pela porta dos fundos. Em novembro, a suíça anunciou que uma de suas amostras coletadas em Wimbledon acusou a presença de cocaína. Depois, anunciou a aposentadoria pela segunda vez na carreira e disse não ser usuária da droga. Porém, a sua imagem, no fim, ficou arranhada.


Confissão balança mundo do esporte
Internacionalmente, uma confissão chacoalhou o mundo do esporte e denegriu a imagem de uma das maiores atletas olímpicas: a versátil Marion Jones, dona de três medalhas de ouro em Sydney-2000 (100m, 200m e revezamento 4x400m rasos) e mais dois bronzes (salto em distância e 4x100m). Em 5 de outubro, em carta publicada no jornal “Washington Post”, ela anunciou que fez uso de esteróides anabolizantes durante a preparação para a Olimpíada e anunciou sua aposentadoria. Primeira mulher da história a conquistar cinco medalhas em uma edição dos Jogos Olímpicos, ela foi obrigada a devolver os prêmios.


Romário: do milésimo gol à suspensão de 120 dias
O ano de 2007 foi mais um que Romário pode chamar de marcante em sua vida. Mas não só pela marca histórica de mil gols que atingiu em uma vitória do Vasco sobre o Sport no início do Brasileirão deste ano.

No alto dos 41 anos, acabou traído pela própria vaidade. Em 4 de dezembro, o atacante anunciou ter sido apanhado no exame antidoping realizado após o empate por 2 a 2 com o Palmeiras, em 22 de outubro.

O composto proibido encontrado na urina do tetracampeão mundial foi a finasterida, supostamente ingerida pelo uso de um tônico capilar para evitar a calvície. Embora não altere a performance do atleta, a substância pode mascarar o uso de outras mais fortes, como esteróides anabolizantes.

A vaidade custou caro: uma suspensão de 120 dias. Mas não foi só Romário quem se preocupou com a iminente careca e foi penalizado. Com medo de perder os longos fios louros de sua cabeça, o lateral-esquerdo Marcão, do Internacional, foi flagrado no antidoping em 27 de julho também com finasterida. Acabou punido também com 120 dias de gancho, mas teve a pena reduzida pela metade com a condição de pagar cestas básicas.

Só que as histórias não param por aí. Antes de Romário e Marcão, o atacante Dodô viu seu exame de urina testar positivo para fempreporex, um moderador de apetite encontrado em remédios para emagrecer. O caso veio à tona em 8 de julho, data da divulgação do exame realizado no dia 14 de junho.

O atacante jurou inocência até o clube revelar que as cápsulas de cafeína oferecidas aos atletas continham o fempreporex.

O camisa 7 foi punido com um gancho de 120 dias. O Bota recorreu da decisão e o atleta foi absolvido, surpreendendo a todos.

Já a atacante Jaqueline foi cortada da seleção brasileira de vôlei às vésperas do Pan após um exame acusar a presença de sibutramina. Punida com nove meses de suspensão, depois foi liberada para disputar a Copa do Mundo.



FOTOS DO CAMPEONATO MARANHENSE DE VERO 2007

Autor: Leonardo Delgado
E-mail: aquabarra@sapo.pt
Enviado em: 18 de dezembro de 2007




REVEZAMENTO LAMENTA PERDA DE MEDALHA E NDICE

Autor: Leonardo Delgado
E-mail: aquabarra@sapo.pt
Enviado em: 18 de dezembro de 2007

São Paulo (SP) - A nadadora Rebeca Gusmão não foi a única prejudicada pela decisão da Organização Desportiva Pan-americana (Odepa) de cassar as medalhas conquistadas pela atleta nos Jogos Pan-americanos do Rio. Com a punição da velocista, as equipes de revezamento 4x100m livre e 4x100m medley também perderam suas marcas e medalhas, mas o maior prejuízo foi a perda do índice olímpico no revezamento livre. Quem compôs grupo com Rebeca aceitou, mas lamentou o desfecho da história.
Tatiana Lemos Barbosa, que ajudou o Brasil a conquistar o índice para Pequim-2008, considera a situação muito triste e ruim para toda a natação. 'Muito ruim e desnecessária também porque poderíamos ter conquistado do tudo da mesma forma. Infelizmente, fomos muito bem em uma competição e agora perdemos tudo. É triste. Não tem muito o que dizer'.

Apesar de lamentar o ocorrido, Tatiana ressalta que o importante é a paz interior. 'Treinei e fiz o melhor pelo grupo. Estou com a consciência tranqüila', diz, aceitando a punição coletiva. 'Isto chama-se equipe e você está sujeito a este tipo de situação na natação ou em qualquer outro esporte. Você tem de trabalhar como equipe, mas também deve pensar como equipe para não fazer nada que possa prejudicar o grupo'.

Para ela, todos os desdobramentos configuram uma experiência inédita para as nadadoras. 'É uma situação nova para todas'. No Pan, Rebeca nadou ao lado de Tatiana, Flávia Delaroli e Monique Ferreira no 4x100m livre e com Fabíola Molina, Tatiane Sakemi e Daiene Dias no 4x100m medley. Com a punição da atleta, o revezamento do livre teve invalidado seu tempo para Pequim e precisará correr do prejuízo para confirmar presença na China.

A situação não incomoda Tatiana, que também está na fila por uma classificação individual nos 100m livre. 'Já estou muito estimulada porque tento o índice no individual e o revezamento é mais uma chance'. Apesar disso, ela garante que não irá priorizar uma possibilidade em detrimento da outra. 'Não é com este pensamento que estou treinando. Minha preocupação é estar na melhor forma para obter os melhores resultados. Se o índice vier no individual, bom; se vier no revezamento também, se for nos dois, melhor ainda. A prioridade é estar em forma'.

Durante a realização do Campeonato Brasileiro, em São Paulo, no último final de semana, o técnico Alberto Pinto da Silva reafirmou sua confiança nas possibilidades classificatórias do grupo feminino. Ao lado de Delaroli, Tatiana é um dos destaques da equipe. Na última temporada, ela baixou seus tempos em todas as competições disputadas. E no Brasileiro não foi diferente, tanto que obteve uma marca que poderia se tornar um novo recorde sul-americano nos 100m livre.

O recorde atual (55s17) foi registrado por Rebeca na conquista do ouro no Pan-americano. Com a invalidação de suas marcas, os 55s68 registrados por Tatiana na abertura do revezamento do Brasileiro seria a melhor marca do continente. Mas, segundo a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), o regulamento da Federação Internacional de Natação (Fina) não considera tempos do revezamento caso o atleta também tenha competido no individual, caso de Tatiana.

Os nadadores brasileiros têm mais três chances de se classificar para as Olimpíadas. A primeira é o evento teste, em Pequim, em fevereiro. Mas o torneio não incluirá disputas de revezamento. Em março, haverá nova chance no Sul-americano absoluto e depois no Troféu Maria Lenk, em maio.


Fonte: Gazeta Esportiva.net




KAIO MRCIO QUEBRA MAIS UM RECORDE NA NATAO

Autor: Leonardo Delgado
E-mail: aquabarra@sapo.pt
Enviado em: 18 de dezembro de 2007

O paraibano Kaio Márcio foi um dos destaques do Open de Natação 2007, realizado no último final de semana, no parque aquático do Clube Pinheiro, em São Paulo.

Ele venceu e quebrou o recorde da competição nos 100 e 200 metros borboletas, provas que representará o Brasil nas olimpíadas de Pequim, no próximo ano.

Na prova dos 100 metros, Kaio chegou a competir com Thiago Pereira (o maior nome da natação brasileira no momento) e Gabriel Mangabeira. Kaio venceu esta prova, com um tempo de 52 segundos e 84 centésimos, marca recorde do open e superior ao índice mínimo exigido pelo Comitê Olímpico para os Jogos Olímpicos de Pequim.

No domingo, na última participação do paraibano, que representa o Unisanta de São Paulo, Kaio voltou a vencer, com recorde, a prova dos 200 metros borboleta, com um tempo de 2 minutos e 15 centésimos. Mesmo com as vitórias de Kaio, o Unisanta não conseguiu o título da competição, que ficou com o Pinheiros, também de São Paulo, com 772 pontos no geral, contra 425 do Unisanta e 223 do Minas Tênis Clube.

Kaio gostou do desempenho dele no torneio. "Estamos começando uma fase de treinamento para as olimpíadas de Pequim e estou cuidando mais da parte aeróbica.


Fonte: Secom-PB



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