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15Gabriel de Jesus Cavalcante
15Victor de Jesus Cavalcante
18Karen Vitória Borges Silva


NADADORA REVELA TER SIDO VÍTIMA DE ABUSO

Autor: Leonardo Delgado
E-mail: aquabarra@sapo.pt
Enviado em: 11 de fevereiro de 2008

Joanna Maranhão quer ser exemplo e ajudar crianças

Durante mais de dez anos a nadadora Joanna Maranhão, 20, sofreu calada, viu seus resultados piorarem, tornou-se mais agressiva e chegou a ter medo de cair na piscina.

A explicação para a abrupta queda da promissora atleta desde o quinto lugar nos Jogos de Atenas, em 2004, pode estar sendo revelada agora.

Com a ajuda de tratamento psicológico e psiquiátrico, Joanna contou, ao site "Gazeta Esportiva Net", ter superado seu maior trauma. Aos 9 anos, quando defendia o Náutico, em Recife, diz ter sofrido abuso sexual de um treinador.

"Os abusos aconteciam principalmente no clube, na piscina. Não denunciei na época porque era uma menina, não tinha noção de sexualidade, não sabia se aquilo era errado ou não. Quando passou a me incomodar demais, pedi para sair do clube. Nem para minha mãe tive coragem de contar por muito tempo", disse Joanna, que está treinando na França.

A direção do Náutico, por meio de sua assessoria, afirmou desconhecer o caso. A Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos lamentou o fato, mas disse também desconhecê-lo.

Nem Joanna nem sua equipe revelam o nome do treinador. Ela não planeja denunciá-lo.

"Não tenho provas. Só falei do abuso porque agora consigo explicar o que me prejudicava, me senti preparada. É um sinal de que superei. Fiquei 20 quilos mais leve", disse.

"Também queria mostrar que é uma coisa mais corriqueira do que as pessoas imaginam. Mas não quero que ninguém me veja como coitadinha. Quero que me tratem como antes."

A nadadora planeja usar seu caso para ajudar outras crianças, criar um projeto ou ministrar palestras. Planos que só devem sair do papel após a Olimpíada. "Por enquanto, só penso em fazer o índice e ir a Pequim. Quanto melhor eu nadar, mais forte será meu exemplo."




TÉCNICOS TEMEM REPERCUSSÃO

Autor: Leonardo Delgado
E-mail: aquabarra@sapo.pt
Enviado em: 11 de fevereiro de 2008

A revelação da nadadora Joanna Maranhão de ter sido molestada sexualmente por um professor de natação aos nove anos, pode trazer conseqüências graves para os treinadores. Pelo menos essa é a reclamação de técnicos. Para alguns profissionais, o fato de o nome do suposto agressor ter sido preservado, deixa margem para que pais desconfiem de toda classe.


Para o técnico Nuno Trigueiro, que acompanhou Joanna nas Olimpíadas de Atenas-2004, quando a atleta chegou às finais dos 400 m medley, a imagem dos profissionais pode sair arranhada. “Vai gerar um receio entre os pais, pode ter certeza”, diz. Nuno frisa que, na maioria das vezes, leigos associam o personagem real do caso a qualquer um dos ex-técnicos de Joanna. “Sem o nome do acusado, vai sobrar para outros”, lamenta.

 

Compartilha da opinião de Nuno, o cubano Raul Fuentes. O treinador do Sport deu aulas a Joanna quando ela tinha 12 anos. “Sabendo do caso ‘por cima’, as pessoas acusam qualquer um. Mas não me preocupo, trabalho sério e tenho muito tempo de estrada”, comenta.

 

Surpresa com a revelação de Joanna, a ex-competidora Adriana Salazar explicou que nunca tomou conhecimento de história semelhante na natação. “Tive, por exemplo, uma relação de pai e filha com o Nikita (João Reynaldo, atual técnico de Joanna). Muito menos, soube algo do gênero por meio dos meus filhos, que também nadam”, disse.

Outra que acredita que o caso foi atípico é a pentatleta Yane Marques. Para ela, a relação entra atleta e técnico deve ser de confiança. “Sinceramente, nunca ouvi falar. Acho isso inexplicável porque a gente cria vínculos fortes com os treinadores”, afirmou.

 

Mas o próprio Nikita disse que o caso de Joanna não é raro. “Sempre ouvimos falar de assédio. Em todos os esportes”, aponta.




A NOVA PEQUIM DOS OLÍMPICOS

Autor: Leonardo Delgado
E-mail: aquabarra@sapo.pt
Enviado em: 22 de junho de 2009

Rem Koolhaas, Norman Foster, Jacques Herzog, Pierre de Meuron ou Paul Andreu: a lista de ilustres da arquitectura convidados a transformar a paisagem da capital da China demonstra a importância e o investimento feito pelo Governo chinês para preparar Pequim para os Jogos Olímpicos e dar uma imagem inequívoca do desenvolvimento e modernidade que o país projecta.

Ali está quase tudo a postos para acolher em Agosto atletas e espectadores de todo o mundo. Será uma nova cidade. Fizeram-se de novo, remodelaram-se ou edificaram-se temporariamente 31 edifícios. Quem visitar Pequim, ficará com duas referências arquitectónicas essenciais: o "Cubo de Água" (Centro Nacional de Natação) e o "Ninho de Pássaro" (o principal estádio onde decorrerão a abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos de 2008. As alcunhas dos dois edifícios reflectem a filosofia chinesa do equilíbrio harmonioso.

O estádio é vermelho e circular, enquanto o centro de natação é coberto de água, azul, e quadrado. O fogo e a água, assim como o yang (masculino) e yin (feminino), completam-se. As fotos aéreas do local revelam que estes dois principais edifícios olímpicos formam um símbolo gigante do yin e yang. Como lembrava um dos arquitectos envolvidos, os dois edifícios especiais nasceram da mistura da cultura chinesa e das ideias que circulam livremente na modernidade.

Tecnologias novas e materiais que respeitam o ambiente marcam esta arquitectura de futuro. Os edifícios beneficiam de fornecimento energético eólico, geotérmico, solar e de reciclagem de águas usadas. Sinais emitidos para que esta nova China seja vista com admiração pela cena internacional.

A actual fúria de construção não tem precedentes na história de Pequim, desde que, no século XIV, foi construída em linhas "cosmológicas" que a centraram num eixo à volta da Cidade Proibida, com os templos do céu e do sol como pontos de referência.

Diziam que Pequim era a cidade medieval mais bem preservada. Pode ser que sim, mas no passado. Os Jogos Olímpicos projectam esta potência para o futuro. Pela arquitectura.




DICAS DE PESSOAS DE SUCESSO

Autor: Leonardo Delgado
E-mail: aquabarra@sapo.pt
Enviado em: 31 de janeiro de 2008

- Tenha objetivos grandes
- Seja positivo nos treinos
- Siga sua paixão
- Se concentre em algo novo no estilo todos os dias
- Acredite nos seus instintos
- Seja paciente
- Estimule seus companheiros a treinar mais forte e você se estimulará mais ainda
- Veja a beleza em tudo o que faz
- Aprenda a conversar para chegar as suas metas
- Sempre almeje a maior vitória possivel
- PASSE FORTE SUAS PROVAS
- Ser audacioso no treino para ser audacioso nas competições
- Seja você ....acredite em você
- Treine muito todos os dias, pois até nos Domingos o descanso faz parte do treino
- Saia da moleza, mesmo no treino fácil se esforce
- Seja teimoso em corrigir ser estilo
- Ter outro estilo, outra prova, outra estratégia de nadar.
- Nade qualquer competição como se fosse a Final Olímpica




RICARDO PRADO

Autor: Ângela França
E-mail: angeelaf@hotmail.com
Enviado em: 29 de janeiro de 2008

Modalidade: Natação

Principais títulos:
Campeão sul-americano no torneio do Peru (1977).
Campeão do Troféu Brasil (1979).
Recorde sul-americano aos 14 anos.
Ouro no Pan-Pacífico, em Tóquio (1985).
Prata nos Jogos Olímpicos de Los Angeles (1984).
Detentor dos atuais recordes sul-americanos dos 200m e 400m medley e brasileiro dos 200 metros borboleta.


Medalhas Pan-americanas:
Ouro nos 200m medley e 400m medley em Caracas (1983).
Prata nos 200m borboleta e 200m costas em Caracas (1983).
Prata nos 200m costas em Indianápolis (1987).
Bronze nos 200m medley e no revezamento 4x100m medley em Indianápolis (1987)

 

História

Ricardo Prado nascido na cidade de Andradina, São Paulo em, 3 de janeiro de 1965, é considerado o maior nadador brasileiro da década de 80. Filho caçula de uma família de cinco irmãos, Prado começou sua história de vitórias nas piscinas, em Andradina, no interior de São Paulo.

Começou a nadar aos cinco anos de idade, por influência dos irmãos mais velhos. Foi campeão brasileiro pela primeira vez aos sete anos de idade, nos 50 metros nado borboleta. Com 11, conquistou o primeiro título internacional em um torneio disputado em Buenos Aires. Sua saga internacional continuou em Turim, na Itália, onde aos 15 anos ganhou o campeonato estudantil.

Participou dos Jogos Olímpicos de Moscou em 1980, quando tinha quinze anos. Treinava na equipe americana de Mission Viejo, desde março de 1980 e sob a batuta do técnico Mark Schubert, o especialista nos quatro estilos, ricardo Prado, em 1982, aos dezessete anos, sagrou-se campeão e recordista mundial na prova dos 400 metros nado medley em Guaiaquil, no Equador.

Os IX Jogos Pan-Americanos, em Caracas, na Venezuela, em 1983, o nadador Ricardo Prado brilhou nas piscinas, mergulhando para o ouro duas vezes (200m medley e 400m medley) e outras duas para medalhas de prata (200m costas e 200m borboleta).

O ano era 1984. Ricardo Prado, que já havia designado todo um sistema de treinamento no país onde o chamavam "Rick", voltava ao seu Brasil. Para começar tudo de novo. Era deste país as cores que constavam em seu uniforme. Alegando sofrer o desdém de um treinador, Mark Schubert, que por anos o condicionou para triunfar como campeão, mas dele mesmo mal sabia o nome. Vem para ser treinado por Daltely Guimarães, técnico da seleção brasileira de natação e do Flamengo. O objetivo: conquistar o ouro em Los Angeles, naquele mesmo ano, nos 400 metros medley. Uma categoria que cobra de seus participantes a vocação única da perfeição. O campeão desta categoria deve ser completo - eis a recomendação. Deve-se dominar o nado borboleta, peito, costas e livre.


E tateá-los na tangência dos quatro minutos. Nessa especialidade, Prado tinha nas costas o peso do favoritismo. Com o boicote dos atletas soviéticos à Olimpíada daquele ano, tudo levava a crer que a grande estrela da natação brasileira vivesse a redenção em Los Angeles.

A raia 8 do Flamengo era sua, desde então. Ao redor da piscina, convive diariamente com dezenas de crianças que o observam, boquiabertas. Imaginam elas estar a poucos metros o herói de um esporte que, em 1984 tinha a apreciação em seu país tal qual o beisebol, o golfe ou a esgrima.

Ricardo Prado era um estranho em seu país. Foi recordista mundial de natação, no país do futebol. Mas algo o mantinha na raia olímpica do Flamengo, a busca obsessiva de algo que não podia se ver. Sucesso? Seria ingênuo. E pouco. À saída do clube, uma mensagem, pichada em tons rubros e gritantes: "Ser o melhor é a única coisa que importa".

Ricardo Prado mergulha, rumo aos seus 20 km de nado diários. As crianças o seguem com os olhos, ainda boquiabertas. São seis horas diárias de treinamento. O equivalente a 280 piscinas de 50 metros. A frase pichada nos muros de seu clube o incentiva, o espreita. "Ser o melhor é a única coisa que importa".

Havia um recorde à vista para ser recuperado (recorde que havia sido batido pelo alemão oriental Jens Peter Berndt e que, até os Jogos, estava em mãos do canadense Alex Baumann). Ser o melhor. A chance era em instantes, alargados pela ânsia dos minutos, raros. Somente um mês. Um encontro marcado. O objetivo: 4 minutos e 16 segundos. E nada mais que isso. Dali, o ouro seria apenas a conseqüência imediata. Por ser o melhor na especialidade.

Após os Jogos Olímpicos daquele ano, ele desembarca novamente no Brasil. Vitorioso. Em seu colo, o sucesso - seu nome aclamado por toda uma geração.

Mas, exigente, sua expressão era de consolo, ao menos. A medalha de prata lhe avisava: já não era o melhor de seu esporte, em sua especialidade: a perfeição. Imperfeição que não admitia piedade. O trunfo de Alex Baumann, seu eterno rival, era seu penar. A imprensa lhe perguntava: decepcionado?

O desabafo da medalha de prata viria em forma de profecia. Irritado com as imperfeições da estrutura de seu esporte em seu país, de uma imprensa que a ele descarregou méritos e a fome pelo ouro, a primeira colocação, Prado desabafa: "O Brasil aprendeu muito em Los Angeles e o fruto dessa medalha de prata vocês verão com o tempo".

Hoje a natação é um dos esportes mais populares do Brasil. Difícil um sujeito no país que não tenha ao menos uma vez se aventurado no esporte, nele tentado o rumo. Esse mesmo brasileiro que se acostumou a ver nadadores brasileiros triunfarem em piscinas de todo o mundo, seja ela curta ou longa.

Foi um nadador que deixou saudade. Considerado um fenômeno, pois com sua baixa estatura de 1,69cm batia recordes, ganhando medalhas em cima de medalhas para o Brasil e para o Flamengo, participando sempre dos Pan-americanos. Competiu nas Olimpíadas e fez parte da época mais vitoriosa da natação rubro-negra, na década de 80. Depois tornou-se técnico do Flamengo.

É formado em Economia, com mestrado, pela Universidade Metodista de Dallas, no Texas, e em Educação Física. Atualmente trabalha como gerente de esportes do Comitê Organizador dos Jogos Pan-americanos (Rio 2007) e é comentarista esportivo da ESPN Brasil.

Em 2003, aos 38 anos, sofreu um enfarte, e foi submetido a uma cirurgia cardíaca para a implantação de três pontes de artéria mamária e duas de safena. Hoje, recuperado da cirurgia, participa ainda dos Torneios Masters e freqüenta academias. É coordenador do Projeto do Futuro, no Ibirapuera, que recruta e incentivas atletas para a natação. Mantém a forma e não ignora: "Sou uma pessoa de muita sorte".

REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO

Wikipédia, a enciclopédia livre. Ricardo Prado. Disponível on line via: < http://pt.wikipedia.org/wiki/Ricardo_Prado> capturando em 18 de nov. 2007.

Chat com Ricardo Prado. Disponível on line via: < http://chat02.terra.com.br:9781/entrevistas/2000/10/ricardoprado.htm> capturando em 18 de jan. 2008. (2/10/2000).

Natação. Biografias dos grandes atletas. Disponível on line via: < http://www.flaestatistica.com/biografiasnatacao.htm> capturando em 18 de jan. 2008.1999


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