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Aniversariantes do Mês

09Lavinha da Paz Menezes de Oliveira
09Mariana Mota da Silva dos Santos
15Mayana Sofia M. Rodrigues
17Maria Eduarda Paz Rodrigues
21Mayra Macdo dos Santos Maciel
23Luis Guilherme de Morais Costa
27Guilherme Jac Morais Bezerra


NADADORA REVELA TER SIDO VTIMA DE ABUSO

Autor: Leonardo Delgado
E-mail: aquabarra@sapo.pt
Enviado em: 11 de fevereiro de 2008

Joanna Maranhão quer ser exemplo e ajudar crianças

Durante mais de dez anos a nadadora Joanna Maranhão, 20, sofreu calada, viu seus resultados piorarem, tornou-se mais agressiva e chegou a ter medo de cair na piscina.

A explicação para a abrupta queda da promissora atleta desde o quinto lugar nos Jogos de Atenas, em 2004, pode estar sendo revelada agora.

Com a ajuda de tratamento psicológico e psiquiátrico, Joanna contou, ao site "Gazeta Esportiva Net", ter superado seu maior trauma. Aos 9 anos, quando defendia o Náutico, em Recife, diz ter sofrido abuso sexual de um treinador.

"Os abusos aconteciam principalmente no clube, na piscina. Não denunciei na época porque era uma menina, não tinha noção de sexualidade, não sabia se aquilo era errado ou não. Quando passou a me incomodar demais, pedi para sair do clube. Nem para minha mãe tive coragem de contar por muito tempo", disse Joanna, que está treinando na França.

A direção do Náutico, por meio de sua assessoria, afirmou desconhecer o caso. A Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos lamentou o fato, mas disse também desconhecê-lo.

Nem Joanna nem sua equipe revelam o nome do treinador. Ela não planeja denunciá-lo.

"Não tenho provas. Só falei do abuso porque agora consigo explicar o que me prejudicava, me senti preparada. É um sinal de que superei. Fiquei 20 quilos mais leve", disse.

"Também queria mostrar que é uma coisa mais corriqueira do que as pessoas imaginam. Mas não quero que ninguém me veja como coitadinha. Quero que me tratem como antes."

A nadadora planeja usar seu caso para ajudar outras crianças, criar um projeto ou ministrar palestras. Planos que só devem sair do papel após a Olimpíada. "Por enquanto, só penso em fazer o índice e ir a Pequim. Quanto melhor eu nadar, mais forte será meu exemplo."




TCNICOS TEMEM REPERCUSSO

Autor: Leonardo Delgado
E-mail: aquabarra@sapo.pt
Enviado em: 11 de fevereiro de 2008

A revelação da nadadora Joanna Maranhão de ter sido molestada sexualmente por um professor de natação aos nove anos, pode trazer conseqüências graves para os treinadores. Pelo menos essa é a reclamação de técnicos. Para alguns profissionais, o fato de o nome do suposto agressor ter sido preservado, deixa margem para que pais desconfiem de toda classe.


Para o técnico Nuno Trigueiro, que acompanhou Joanna nas Olimpíadas de Atenas-2004, quando a atleta chegou às finais dos 400 m medley, a imagem dos profissionais pode sair arranhada. “Vai gerar um receio entre os pais, pode ter certeza”, diz. Nuno frisa que, na maioria das vezes, leigos associam o personagem real do caso a qualquer um dos ex-técnicos de Joanna. “Sem o nome do acusado, vai sobrar para outros”, lamenta.

 

Compartilha da opinião de Nuno, o cubano Raul Fuentes. O treinador do Sport deu aulas a Joanna quando ela tinha 12 anos. “Sabendo do caso ‘por cima’, as pessoas acusam qualquer um. Mas não me preocupo, trabalho sério e tenho muito tempo de estrada”, comenta.

 

Surpresa com a revelação de Joanna, a ex-competidora Adriana Salazar explicou que nunca tomou conhecimento de história semelhante na natação. “Tive, por exemplo, uma relação de pai e filha com o Nikita (João Reynaldo, atual técnico de Joanna). Muito menos, soube algo do gênero por meio dos meus filhos, que também nadam”, disse.

Outra que acredita que o caso foi atípico é a pentatleta Yane Marques. Para ela, a relação entra atleta e técnico deve ser de confiança. “Sinceramente, nunca ouvi falar. Acho isso inexplicável porque a gente cria vínculos fortes com os treinadores”, afirmou.

 

Mas o próprio Nikita disse que o caso de Joanna não é raro. “Sempre ouvimos falar de assédio. Em todos os esportes”, aponta.




A NOVA PEQUIM DOS OLMPICOS

Autor: Leonardo Delgado
E-mail: aquabarra@sapo.pt
Enviado em: 22 de junho de 2009

Rem Koolhaas, Norman Foster, Jacques Herzog, Pierre de Meuron ou Paul Andreu: a lista de ilustres da arquitectura convidados a transformar a paisagem da capital da China demonstra a importncia e o investimento feito pelo Governo chins para preparar Pequim para os Jogos Olmpicos e dar uma imagem inequvoca do desenvolvimento e modernidade que o pas projecta.

Ali est quase tudo a postos para acolher em Agosto atletas e espectadores de todo o mundo. Ser uma nova cidade. Fizeram-se de novo, remodelaram-se ou edificaram-se temporariamente 31 edifcios. Quem visitar Pequim, ficar com duas referncias arquitectnicas essenciais: o "Cubo de gua" (Centro Nacional de Natao) e o "Ninho de Pssaro" (o principal estdio onde decorrero a abertura e encerramento dos Jogos Olmpicos de 2008. As alcunhas dos dois edifcios reflectem a filosofia chinesa do equilbrio harmonioso.

O estdio vermelho e circular, enquanto o centro de natao coberto de gua, azul, e quadrado. O fogo e a gua, assim como o yang (masculino) e yin (feminino), completam-se. As fotos areas do local revelam que estes dois principais edifcios olmpicos formam um smbolo gigante do yin e yang. Como lembrava um dos arquitectos envolvidos, os dois edifcios especiais nasceram da mistura da cultura chinesa e das ideias que circulam livremente na modernidade.

Tecnologias novas e materiais que respeitam o ambiente marcam esta arquitectura de futuro. Os edifcios beneficiam de fornecimento energtico elico, geotrmico, solar e de reciclagem de guas usadas. Sinais emitidos para que esta nova China seja vista com admirao pela cena internacional.

A actual fria de construo no tem precedentes na histria de Pequim, desde que, no sculo XIV, foi construda em linhas "cosmolgicas" que a centraram num eixo volta da Cidade Proibida, com os templos do cu e do sol como pontos de referncia.

Diziam que Pequim era a cidade medieval mais bem preservada. Pode ser que sim, mas no passado. Os Jogos Olmpicos projectam esta potncia para o futuro. Pela arquitectura.




DICAS DE PESSOAS DE SUCESSO

Autor: Leonardo Delgado
E-mail: aquabarra@sapo.pt
Enviado em: 31 de janeiro de 2008

- Tenha objetivos grandes
- Seja positivo nos treinos
- Siga sua paixão
- Se concentre em algo novo no estilo todos os dias
- Acredite nos seus instintos
- Seja paciente
- Estimule seus companheiros a treinar mais forte e você se estimulará mais ainda
- Veja a beleza em tudo o que faz
- Aprenda a conversar para chegar as suas metas
- Sempre almeje a maior vitória possivel
- PASSE FORTE SUAS PROVAS
- Ser audacioso no treino para ser audacioso nas competições
- Seja você ....acredite em você
- Treine muito todos os dias, pois até nos Domingos o descanso faz parte do treino
- Saia da moleza, mesmo no treino fácil se esforce
- Seja teimoso em corrigir ser estilo
- Ter outro estilo, outra prova, outra estratégia de nadar.
- Nade qualquer competição como se fosse a Final Olímpica




RICARDO PRADO

Autor: ngela Frana
E-mail: angeelaf@hotmail.com
Enviado em: 29 de janeiro de 2008

Modalidade: Natao

Principais ttulos:
Campeo sul-americano no torneio do Peru (1977).
Campeo do Trofu Brasil (1979).
Recorde sul-americano aos 14 anos.
Ouro no Pan-Pacfico, em Tquio (1985).
Prata nos Jogos Olmpicos de Los Angeles (1984).
Detentor dos atuais recordes sul-americanos dos 200m e 400m medley e brasileiro dos 200 metros borboleta.


Medalhas Pan-americanas:
Ouro nos 200m medley e 400m medley em Caracas (1983).
Prata nos 200m borboleta e 200m costas em Caracas (1983).
Prata nos 200m costas em Indianpolis (1987).
Bronze nos 200m medley e no revezamento 4x100m medley em Indianpolis (1987)

Histria

Ricardo Prado nascido na cidade de Andradina, So Paulo em, 3 de janeiro de 1965, considerado o maior nadador brasileiro da dcada de 80. Filho caula de uma famlia de cinco irmos, Prado comeou sua histria de vitrias nas piscinas, em Andradina, no interior de So Paulo.

Comeou a nadar aos cinco anos de idade, por influncia dos irmos mais velhos. Foi campeo brasileiro pela primeira vez aos sete anos de idade, nos 50 metros nado borboleta. Com 11, conquistou o primeiro ttulo internacional em um torneio disputado em Buenos Aires. Sua saga internacional continuou em Turim, na Itlia, onde aos 15 anos ganhou o campeonato estudantil.

Participou dos Jogos Olmpicos de Moscou em 1980, quando tinha quinze anos. Treinava na equipe americana de Mission Viejo, desde maro de 1980 e sob a batuta do tcnico Mark Schubert, o especialista nos quatro estilos, ricardo Prado, em 1982, aos dezessete anos, sagrou-se campeo e recordista mundial na prova dos 400 metros nado medley em Guaiaquil, no Equador.

Os IX Jogos Pan-Americanos, em Caracas, na Venezuela, em 1983, o nadador Ricardo Prado brilhou nas piscinas, mergulhando para o ouro duas vezes (200m medley e 400m medley) e outras duas para medalhas de prata (200m costas e 200m borboleta).

O ano era 1984. Ricardo Prado, que j havia designado todo um sistema de treinamento no pas onde o chamavam "Rick", voltava ao seu Brasil. Para comear tudo de novo. Era deste pas as cores que constavam em seu uniforme. Alegando sofrer o desdm de um treinador, Mark Schubert, que por anos o condicionou para triunfar como campeo, mas dele mesmo mal sabia o nome. Vem para ser treinado por Daltely Guimares, tcnico da seleo brasileira de natao e do Flamengo. O objetivo: conquistar o ouro em Los Angeles, naquele mesmo ano, nos 400 metros medley. Uma categoria que cobra de seus participantes a vocao nica da perfeio. O campeo desta categoria deve ser completo - eis a recomendao. Deve-se dominar o nado borboleta, peito, costas e livre.


E tate-los na tangncia dos quatro minutos. Nessa especialidade, Prado tinha nas costas o peso do favoritismo. Com o boicote dos atletas soviticos Olimpada daquele ano, tudo levava a crer que a grande estrela da natao brasileira vivesse a redeno em Los Angeles.

A raia 8 do Flamengo era sua, desde ento. Ao redor da piscina, convive diariamente com dezenas de crianas que o observam, boquiabertas. Imaginam elas estar a poucos metros o heri de um esporte que, em 1984 tinha a apreciao em seu pas tal qual o beisebol, o golfe ou a esgrima.

Ricardo Prado era um estranho em seu pas. Foi recordista mundial de natao, no pas do futebol. Mas algo o mantinha na raia olmpica do Flamengo, a busca obsessiva de algo que no podia se ver. Sucesso? Seria ingnuo. E pouco. sada do clube, uma mensagem, pichada em tons rubros e gritantes: "Ser o melhor a nica coisa que importa".

Ricardo Prado mergulha, rumo aos seus 20 km de nado dirios. As crianas o seguem com os olhos, ainda boquiabertas. So seis horas dirias de treinamento. O equivalente a 280 piscinas de 50 metros. A frase pichada nos muros de seu clube o incentiva, o espreita. "Ser o melhor a nica coisa que importa".

Havia um recorde vista para ser recuperado (recorde que havia sido batido pelo alemo oriental Jens Peter Berndt e que, at os Jogos, estava em mos do canadense Alex Baumann). Ser o melhor. A chance era em instantes, alargados pela nsia dos minutos, raros. Somente um ms. Um encontro marcado. O objetivo: 4 minutos e 16 segundos. E nada mais que isso. Dali, o ouro seria apenas a conseqncia imediata. Por ser o melhor na especialidade.

Aps os Jogos Olmpicos daquele ano, ele desembarca novamente no Brasil. Vitorioso. Em seu colo, o sucesso - seu nome aclamado por toda uma gerao.

Mas, exigente, sua expresso era de consolo, ao menos. A medalha de prata lhe avisava: j no era o melhor de seu esporte, em sua especialidade: a perfeio. Imperfeio que no admitia piedade. O trunfo de Alex Baumann, seu eterno rival, era seu penar. A imprensa lhe perguntava: decepcionado?

O desabafo da medalha de prata viria em forma de profecia. Irritado com as imperfeies da estrutura de seu esporte em seu pas, de uma imprensa que a ele descarregou mritos e a fome pelo ouro, a primeira colocao, Prado desabafa: "O Brasil aprendeu muito em Los Angeles e o fruto dessa medalha de prata vocs vero com o tempo".

Hoje a natao um dos esportes mais populares do Brasil. Difcil um sujeito no pas que no tenha ao menos uma vez se aventurado no esporte, nele tentado o rumo. Esse mesmo brasileiro que se acostumou a ver nadadores brasileiros triunfarem em piscinas de todo o mundo, seja ela curta ou longa.

Foi um nadador que deixou saudade. Considerado um fenmeno, pois com sua baixa estatura de 1,69cm batia recordes, ganhando medalhas em cima de medalhas para o Brasil e para o Flamengo, participando sempre dos Pan-americanos. Competiu nas Olimpadas e fez parte da poca mais vitoriosa da natao rubro-negra, na dcada de 80. Depois tornou-se tcnico do Flamengo.

formado em Economia, com mestrado, pela Universidade Metodista de Dallas, no Texas, e em Educao Fsica. Atualmente trabalha como gerente de esportes do Comit Organizador dos Jogos Pan-americanos (Rio 2007) e comentarista esportivo da ESPN Brasil.

Em 2003, aos 38 anos, sofreu um enfarte, e foi submetido a uma cirurgia cardaca para a implantao de trs pontes de artria mamria e duas de safena. Hoje, recuperado da cirurgia, participa ainda dos Torneios Masters e freqenta academias. coordenador do Projeto do Futuro, no Ibirapuera, que recruta e incentivas atletas para a natao. Mantm a forma e no ignora: "Sou uma pessoa de muita sorte".

REFERENCIAL BIBLIOGRFICO

Wikipdia, a enciclopdia livre. Ricardo Prado. Disponvel on line via: < http://pt.wikipedia.org/wiki/Ricardo_Prado> capturando em 18 de nov. 2007.

Chat com Ricardo Prado. Disponvel on line via: < http://chat02.terra.com.br:9781/entrevistas/2000/10/ricardoprado.htm> capturando em 18 de jan. 2008. (2/10/2000).

Natao. Biografias dos grandes atletas. Disponvel on line via: < http://www.flaestatistica.com/biografiasnatacao.htm> capturando em 18 de jan. 2008.1999


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