Barra do Corda, Ma, Data Atual, Hora Atual









Aniversariantes do Mês

11Gabriela Teixeira de França
20Luis Henrique Jacauna de Souza


AQUABARRA EM 2009 FARÁ PARTE DA FEDERAÇÃO PIAUIENSE DE NATAÇÃO

Autor: Leonardo Delgado
E-mail: aquabarra@sapo.pt
Enviado em: 12 de novembro 2008

O professor Leonardo Delgado, desde agosto estuda a possibilidade de transferência da Escola para a Federação Piauiense de Natação, devido as distância entre Barra do Corda e a capital maranhense e as péssimas condições das estradas, informamos que em 2009, não mais participaremos de competições estaduais no maranhão e nas competições regionais e brasileiras estaremos representando o estado do Piauí.

O que mais contou foi a hospitalidade do povo piauiense e a vontade de fazer o melhor pela natação. Lamentamos que a FMDA, não tenha tomado conhecimento de nossa importância para a natação maranhense, deixando de nos convidar para as suas competições (Campeonato Maranhense de Natação circuito pré-mirim, entre outras). Nos por outro lado desejamos a todos boa sorte e esperamos vê-los em competições regionais e nacionais em 2009.

Regulamento Campeonato Teresinense de Natação




MAC/NINA CONQUISTA 36 MEDALHAS NO PERU

Autor: José de Oliveira Ramos (Jornal Pequeno)
E-mail:
Enviado em: 31 de outubro de 2008

 

Seis dos principais atletas da Natação maranhense, todos ligados à escola MAC/Nina dos professores Gilson Nina e Alexandre Nina, estiveram no último final de semana na cidade de Lima, no Peru, representando a natação brasileira na Copa Pacífico de Natação e na Copa Júlio Maglione de Natação, eventos internacionais que fazem parte do calendário oficial da FINA, faixa sul-americana.

A seleção brasileira (representada pela MAC/Nina) teve os maranhenses Caio Nobre de Brito, Adriana França, Pedro Nina, Lucas Nobre de Brito, Lorena Pinheiro, Felipe Costa da Cunha, Rafaela Silva, Anderson Maia, Iran Almeida, Eduardo Spotti Gonçalves, Leonardo Dias Pereira e Frederico Veloso de Castro, que conquistaram um total de 36 medalhas.

Na Copa do Pacífico, conquistaram medalhas: Lorena Pinheiro, 9 medalhas; Lucas Nobre de Brito, 3 medalhas; Leonardo Dias Pereira, 3 medalhas; Eduardo Spotti Gonçalves, 6 medalhas; Frederico Veloso de Castro, 3 medalhas e Iran Almeida, 2 medalhas.

Na Copa Júlio Maglione conquistaram medalhas: Eduardo Spotti Gonçalves, 4 medalhas; Frederico Veloso de Castro, 3 medalhas; Iran Almeida, 1 medalha; Leonardo Dias Pereira, 1 medalha e Lorena Pinheiro, 1 medalha.




A HISTÓRIA DA NATAÇÃO BRASILEIRA

Autor: Leonardo Delgado
E-mail: aquabarra@sapo.pt
Enviado em: 02 de outubro de 2008

No Brasil a natação foi oficializada em 31 de julho de 1897, com a fundação, no Rio de Janeiro, a União de Regatas fluminense que foi chamada mais tarde de Conselho Superior de Regatas e Federação Brasileira das Sociedades de Remo.

Como esporte, em 1898 foi realizado o 1º Campeonato Brasileiro entre a Fortaleza de Villegaignon e a praia de Santa Luzia com a distância de 1.500m nado livre e somente com a participação masculina, teve como campeão Abrão Saliture.

No início do século, as provas de natação eram realizadas em rios. O Tietê foi local de célebres competições. As travessias realizadas nesse rio eram bastante populares.

Em 1908, aconteceram em Montevidéu, as primeiras provas internacionais na América do Sul. Graças ao famoso Abraão Saliture, o Brasil conquistou as primeiras vitórias internacionais, vencendo as provas de 100m e 500m livre. m 1912, a natação foi regulamentada pela Federação Brasileira das Sociedades de Remo, que iniciou os seus trabalhos, em 1913, em Botafogo, o Tietê foi local de célebres competições. As travessias realizadas nesse rio eram bastante populares, além dos 1500m, nado livre, também foram disputadas provas de 100m para estreantes, 600m para sênior e 200m para juniores.

Já em 08 de junho de 1914 foi fundada a Confederação Brasileira de Desportos, que ficou incumbida das organizações das competições de âmbito nacional. A primeira piscina para competição surgiu em 1919 no Fluminense Futebol Clube, Rio de Janeiro. Em 1920, na Antuérpia, a equipe verde e amarela fez sua estréia em uma Olimpíada.

Em 1923, a Associação Atlética São Paulo, uma das entidades fundadoras da Federação Paulista de Natação – FPN – inaugurou a primeira piscina para competições no Estado.

A modalidade crescia e o reflexo era a maior presença de paulistas nas seleções brasileiras. A partir de 1935, houve a primeira participação feminina em competições, Piedade Coutinho que trouxe para o Brasil o 5º lugar nos 400m nado livre.

Nas Olimpíadas de 1936, em Berlim, Maria Lenk foi semifinalista nos 200m costas, enquanto João Havelange, então atleta do Espéria, nadou os 400m e os 1500m. Ao longo dos anos a natação brasileira progrediu muito, o interesse do público e as performances atingidas pelos nadadores contribuiu demais para essa ascensão.

Maria Lenk em 11 de novembro de 1939 foi a primeira mulher na América do Sul a participar de uma Olimpíada. Em 1948, a natação masculina do Brasil, pela primeira vez, chegou a uma final olímpica. Nos jogos de Londres, Willy Otto Jordan, do E.C. Pinheiros, foi o sexto colocado, nos 200m peito.

A história da natação brasileira no Pan é marcada por grandes feitos pessoais teve inicio em Buenos Aires (Argentina) 1951, onde já na estréia o nadador Tetsuo Okamoto conquistou duas medalhas de ouro, nos 400m e 1500m livre, e uma prata, nos 4x200m livre. Tetsuo Okamoto foi um dos maiores nadadores que o Brasil já teve, foi o primeiro nadador brasileiro a conquistar uma medalha olímpica, em Helsinque, em 1952, o bronze nos 1500 metros livres.

Faleceu na madrugada, do dia 2 de outubro de 2007, na cidade de São Paulo, aos 75 anos de idade em decorrência de sérios problemas de saúde.

Manoel dos Santos, que começou a nadar em 1951, foi campeão brasileiro e detentor de recordes nacionais e sul-americanos em provas individuais e por equipes. Disputou dois Jogos Panamericanos, em 1955 na cidade do México, e em Chicago, quatro anos depois. Na Olimpíada de Roma, em 1960, conquistou a medalha de bronze nos 100 metros livres.

No primeiro Panamericano brasileiro de São Paulo (1963), o Brasil consegue 3 medalhas de bronze, nos 100m costas (Athos de Oliveira Júnior), revezamento 4 x100m livre feminino (Ângela Maria Palioli, Eliana Souza Motta, Maria Lourdes Teixeira, Vera Maria Formiga) e revezamento 4 x 200m livre masculino (Antonio Celso Guimarães, Antonio Renzo Filho, Athos de Oliveira Jr., Peter Wolfgang Metzner ), em 19 de fevereiro de 1968, Sílvio Fiolo torna-se o novo recordista mundial dos 100m peito com o tempo de 1 min. 06s 40.

No Pan de 1967, em Winnipeg, no Canadá: José Sylvio Fiolo arrebatou dois ouros, nos 100m e 200m peito e bronze no revezamento 4 x 100m Medley, e termina em quarto nos Jogos Olímpicos de 1968, no México, na prova de 100m peito. Consegue ainda 2 medalhas de bronze no Pan de Cáli, 1971 e mais 1 na Cidade do México 1975.

Em 1979, nos Jogos de Sam Juan, em Porto Rico, Djan Madruga entrou para a história ao ganhar seis medalhas (três pratas e três bronzes), tornando-se recordista brasileiro no total de pódios em uma só edição.

Djan Madruga, obteve 158 medalhas em sete anos e meio de competição. Pelos muitos e sucessivos recordes sul-americanos que estabeleceu, ganhou da Federação Internacional de Natação (Fina), o título de "Cavaleiro da Natação".

Madruga começou a nadar aos oito anos de idade na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Aos 22 anos, era um atleta fora dos padrões sul-americanos. No total de medalhas, verifica-se um maior número de vitórias em competições internacionais do que em competições nacionais. Em 1974, competiu na mesma temporada na Copa Latina da França, no Campeonato Aberto do Canadá, no Sul-Americano da Colômbia, na Universidade da Romênia, Djan Madruga conquistou 89 medalhas internacionais - maior parte delas, de ouro e 69 medalhas nacionais.

Em 1980, obteve a consagração plena nas piscinas. Conquistou a medalha de bronze no revezamento 4x200m nos Jogos Olímpicos de Moscou junto com Ciro Delgado, Marcus Mattioli e Jorge Luis Fernandes e foi o primeiro lugar no Campeonato Aberto dos Estados Unidos, na classificação mundial por pontos. Djan venceu os 400 medley e os 800 livres - com a segunda melhor marca do mundo em todos os tempos e tornando-se o primeiro, depois do soviético Viktor Salnikov - a quebrar a barreira dos oito minutos nesta distância. Foi ainda segundo colocado nos 400 e nos 1.500 metros livres.

Em 1982, o paulista Ricardo Prado tornou-se o primeiro brasileiro, a vencer um campeonato mundial em piscina longa, em Guaiaquil no Equador, com direito ao recorde mundial dos 400m medley.

Os Jogos Pan-Americanos de Caracas, em 1983, também pegaram Ricardo Prado no rumo certo para as Olimpíadas. Pradinho, que fora campeão e recordista mundial nos 400m medley um ano antes, em Guaiaquil, caiu na piscina da Venezuela para conquistar duas medalhas de ouro e duas de prata. Em 1984, nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, ele conquistaria a primeira medalha de prata da natação brasileira em Olimpíadas, nos 400m medley.

A antiga CBN – Confederação Brasileira de Natação – se transformou em Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos – CBDA – em 1988 com a entrada do atual presidente Coaracy Nunes Filho, que entendeu que o nome da entidade deveria refletir todas as modalidades por ela representadas – natação, nado sincronizado, pólo aquático, saltos ornamentais e maratonas aquáticas.

Em 1988, 3 mil atletas constavam nos cadastros da CBDA. Hoje, a Confederação tem mais de 65 mil atletas cadastrados, 3 mil clubes e 27 Federações Estaduais e um calendário com centenas de eventos nacionais e dezenas de competições internacionais por ano.

A década de 90 e marcada pelo surgimento do fenômeno Gustavo Borges, o maior medalhista brasileiro na história do Pan. Aos 18 anos, em 1991, em Havana, Cuba, ele ganhou cinco das nove medalhas conquistadas pela equipe brasileira: duas de ouro, duas de prata e uma de bronze. Nos jogos seguintes, em Mar Del Plata, na Argentina, em 1995, a equipe brasileira voltou com 16 medalhas no peito, sendo três de ouro, sete de prata e seis de bronze, ele ainda é dono de 4 medalhas olímpicas, uma medalha de prata nos 100m livres nos Jogos Olímpicos de Barcelona, outra de prata nos 200m livres e uma de bronze nos 100m livres nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996, e outra medalha de bronze no revezamento 4x100m livres nos Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000.

Nos Jogos de 2003, em Santo Domingo, na República Dominicana, nossos nadadores trouxeram nada menos do que 21 medalhas (três de ouro, seis de prata e 12 de bronze). Fernando Scherer aumentou para sete sua coleção de medalhas de ouro na história da competição, com a vitória pela terceira vez consecutiva nos 50m livre. E Rogério Romero ganhou o ouro nos 200m costas, obtendo o índice para sua quinta Olimpíada.

Na Olimpíada de Atenas 2004, o Brasil não consegue medalhas, mas quebra seis recordes sul-americanos com Joanna Maranhão nos 200m medley (2m15s43 na semifinal); Eduardo Fischer nos 100m peito (1min01s84 na eliminatória); Gabriel Mangabeira nos 100m borboleta (52s33 na semifinal); Rebeca Gusmão, Tatiana Lemos, Renata Burgos e Flávia Delaroli no 4x100m livre (3min45s38 na eliminatória); Joanna Maranhão, Monique Ferreira, Mariana Brochado e Paula Baracho no 4x200m livre (8min05s29 na final); e Rodrigo Castro, Bruno Bonfim, Carlos Jayme e Rafael Mósca no 4x200m livre (7min22s70 na eliminatória).

Aos 17 anos, Joanna Maranhão entrou para a história da natação do país ao igualar o melhor resultado olímpico de uma brasileira, com o quinto lugar nos 400m medley (Piedade Coutinho, em Berlim-36, obteve a mesma colocação nos 400m livre).

Em 2007, a modalidade com o maior número de medalhas no Rio foi a natação, com 27 medalhas nas piscinas (12 de ouro, seis de prata de nove de bronze, além de uma prata e um bronze nas maratonas aquáticas. Trata-se da melhor participação nacional da história dos Jogos Pan-americanos.

Em termos quantitativos, este recorde era de Santo Domingo-2003, com 21 medalhas. Já em qualidade, o recorde ficava com Winnipeg-1999, com sete ouros, três pratas e cinco bronzes.

Na última disputa da natação no Rio 2007, a equipe verde-amarela, composta por Thiago Pereira, Henrique Barbosa, Kaio Márcio de Almeida e César Cielo, marcou 3min35s81. Já os campeões fizeram 3min34s37 e estabeleceram o novo recorde da competição.

Nas olimpíadas de Pequim 2008 César Cielo Filho, depois da medalha de bronze nos 100m livre (47s67), se consagra como o primeiro nadador brasileiro a conquistar uma medalha de ouro olímpica na história, o paulista de 21 anos venceu os 50m livre, com o tempo de 21s30(novo recorde olímpico), novo recorde olímpico.

O Brasil termina os jogos olímpicos 2008 com: 6 finais (o maior número da história), 1 medalha de ouro (a primeira da história) 50 livre com César Cielo, 1 medalha de bronze 100 livre com César Cielo, 16 recordes sul-americanos (o maior número da história)



AQUABARRA DE BARRA DO CORDA COM 3 MEDALHAS NO TROFÉU WALTER FIGUEIREDO

Autor: Leonardo Delgado
E-mail: aquabarra@sapo.pt
Enviado em: 29 de Setembro de 2008

Realizado neste final de semana na Cidade de São Luís/MA, o Campeonato Norte/Nordeste de Clubes de Natação Infantil, Juvenil, Júnior I e Júnior II/Sênior - Troféu Walter Figueiredo, foi mais um palco de vitórias da natação cordina, que aos poucos vem se consagrado no território regional.

Com a participação efetiva de dezesseis nadadores no evento, os cordinos que treinam em piscina de 18m arrebataram três medalhas - uma de prata, duas de de bronze.

Durante o Congresso Técnico do evento o Estado de Sergipe, se candidatou para ser sede do evento em 2009 e saiu-se vencedor, para realizar no próximo ano este grandioso evento em Aracaju/Se. As nadadoras Ângela França foi segunda colocada nos 100m nado livre, terceira colocada nas provas dos 50m nado livre e Monick Cardoso, medalhas de bronze nos 100m peito.

"Nossos nadadores mais uma vez brilharam em uma competição de altíssimo nível como este Campeonato Norte/Nordeste, o que nos deixa muito satisfeito com o desempenho deles e com a obrigação de lutar cada vez mais pelo desenvolvimento da nossa modalidade, como também cobrar mais das autoridades públicas um apoio para que mais nadadores possam representar nosso Estado em eventos de grande porte e nível técnico como o Troféu Walter Figueiredo".

Temos certeza de que em 2009 quando a Cidade de Barra do Corda, tiver pelo menos uma piscina de 25m, nossa participação será bem maior, como também nossas conquistas, pois acreditamos na qualidade dos nossos nadadores.




LORENA PINHEIRO GARANTE 2º OURO

Autor: José de Oliveira Ramos (Jornal Pequeno)
E-mail:
Enviado em: 24 de setembro 2008

A Natação maranhense segue mostrando porque é o esporte que mais brilha fora do Estado e justifica com conquistas o apoio que tanto se cobra dos gestores municipal e estadual. Depois da vitória de Lucas Nobre de Brito, a ala feminina da modalidade não quis deixar menos e resolveu também subir ao lugar mais alto do pódio na premiação da Natação. A nadadora Lorena Marques Pinheiro, 14, aluna da oitava série no Colégio Upaon-Açu, conquistou medalha de ouro na prova dos 400m Livre e garantiu a segunda medalha dourada para o Estado do Maranhão nas Olimpíadas Escolares de 2008 que estão acontecendo na cidade mineira de Poços de Caldas, ao marcar o tempo de 04´41´´99.

Lucas Nobre de Brito e Lorena Marques Pinheiro, têm convocação assegurada para as disputas dos XIII Jogos Sul-Americanos Escolares, que acontecem no Uruguai.

Outras modalidades - Havia quatro atletas maranhenses classificados para as finais do Atletismo que se despediu das Olimpíadas Escolares sem medalhas, devidos às más condições da pista no ultimo dia de competição. Muita chuva e frio. O mesmo aconteceu com o Futsal masculino do Colégio Cintra, que foi eliminado na primeira fase e o Futsal feminino do São José, que garantiu a permanência na categoria especial.


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